09 de junho: Dia Mundial da Imunização

[Teresina] – Vacinar a população de risco contra a Influenza A (H1N1, H3N2) e B pode evitar hospitalizações e auxiliar no diagnóstico diferencial de COVID-19, devido à semelhança dos sintomas.

A vacinação previne doenças e evita a necessidade de ir ao hospital, especialmente durante a pandemia.

Além disso, no Brasil, é comum o aumento de hospitalizações por pneumonia durante o inverno. Por isso, é importante lembrar também que a pneumonia tem vacina.

A antipneumocócica conjugada 13-valente foi incluída na rede pública no ano passado para pacientes oncológicos, pessoas com HIV/AIDS, indivíduos submetidos a transplante de medula óssea ou de órgãos sólidos. No entanto, pode ser que o médico prescreva a vacina na rede privada para pacientes do grupo de risco de COVID-19, como idosos e portadores de pneumopatias graves.

A vacina antipneumocócica reduz a suscetibilidade e o risco de quadros infecciosos graves na presença de comorbidades, previne a descompensação de doenças crônicas de base causada por infecções e melhora a qualidade e a expectativa de vida desses pacientes.

No Guia de Pneumologia da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) há informações sobre dose e intervalos das vacinas antipneumocócica 13-valente e 23-valente. Veja o Guia aqui.

Fonte: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia

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