Ministério da Saúde formaliza intervalo de quatro meses para dose de reforço

BRASÍLIA — O Ministério da Saúde publicou nota técnica nesta segunda-feira em que determina que o intervalo da dose de reforço para a vacina contra a Covid-19 deverá ser de quatro meses. Antes, eram cinco. Esta é a segunda vez em 40 dias em que a pasta reduz o prazo, originalmente de seis meses.

A decisão vale para toda a população a partir de 18 anos que já completou o esquema vacinal com duas doses de AstraZeneca, CoronaVac ou Pfizer. Para quem recebeu a dose única da Janssen, o reforço deve ser feito depois de dois meses, com a mesma vacina.

“Uma dose de reforço da vacina Covid-19 para todos os indivíduos com mais de 18 anos de idade, que deverá ser administrada a partir de 4 meses após a última dose do esquema vacinal (segunda dose), independente do imunizante aplicado. A vacina a ser utilizada para a dose de reforço deverá ser, preferencialmente, da plataforma de RNA mensageiro (Comirnaty/Pfizer) ou, de maneira alternativa, vacina de vetor viral (Janssen ou AstraZeneca), diz o documento.

Entre os objetivos, estão reforçar a resposta imune dos adultos e conter o avanço da variante Ômicron. São Paulo já anunciou transmissão comunitária da cepa.

Na nota técnica, a pasta também determinou que os imunodeprimidos podem receber uma quarta dose da vacina contra a Covid-19. A medida se estende a pessoas com imunodeficiência primária grave, HIV ou Aids, em quimioterapia contra câncer, a transplantados e em hemodiálise, entre outras doenças e condições clínicas.

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