Vai cair na folia? Vacina ok. Higiene ok.

Com cuidados adequados, como lavar as mãos, evitar alimentos mal refrigerados e manter as vacinas em dia, doenças podem ser evitadas e a diversão durante o Carnaval é garantida

Sempre com grandes concentrações de pessoas pelas ruas, o Carnaval é um período em que é preciso reforçar cuidados com a saúde. Além das infecções respiratórias, transmitidas pelo ar ou por contato com secreções, como o sarampo, existem as doenças transmitidas pela água e pelos alimentos, que podem provocar diarreia, vômito e desidratação. Então, para curtir a maior festa popular do Brasil sem problemas, é importante estar atento à qualidade da água, higiene dos alimentos e pessoal e manter a caderneta de vacinação em dia.

Neste feriado prolongado muitas pessoas aproveitam para curtir a folia nos quatro cantos do país. A maioria dos brasileiros vão atrás das festas e blocos de Carnaval. Essas grandes aglomerações de pessoas são locais favoráveis para várias doenças transmitidas pelo ar e por secreções, como suor e saliva. Para muitas doenças, a melhor forma de prevenir é manter o Calendário Nacional de Vacinação em dia.  São 19 vacinas disponíveis gratuitamente nos postos de saúde, que protegem contra mais de 20 doenças, com indicações para crianças, adolescentes, adultos, idosos, gestantes e população indígena. Além das vacinas para públicos especiais encontradas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).

Uma das doenças que tem alto poder de contágio e que está provocando vários casos no Brasil é o sarampo. Uma pessoa infectada pode transmitir para 12 a 18 pessoas, podendo contaminar até 20 pessoas próximas que não estejam imunes com a vacina. A disseminação do vírus ocorre por via aérea ao tossir, espirar, falar ou respirar. Neste caso, não é necessário o contato direto porque o vírus pode se disseminar pelo ar a metros de distância da pessoa infectada. Em 2020, até 8 de fevereiro, há registro de 338 casos confirmados em oito estados: São Paulo (136), Rio de Janeiro (93), Paraná (64), Santa Catarina (22), Rio Grande do Sul (11), Pernambuco (7), Pará (4), e Alagoas (1). As crianças são ainda mais vulneráveis a sequelas.

 

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