Gestores do SUS tiram dúvidas sobre o programa Previne Brasil, em Brasília

Encontro reúne secretários Municipais e Estaduais de Saúde de todo o país para esclarecer novo modelo de financiamento, o Previne Brasil, e trocar experiências para organização da Atenção Primária

[Brasília] – O Ministério da Saúde recebe, nesta segunda e terça-feira (10 e 11/02), em Brasília, secretários Municipais e Estaduais de Saúde de todo país para discutir a implementação do novo modelo de financiamento da Atenção Primária: o programa Previne Brasil. A estratégia altera a forma de distribuição de recursos federais para ampliar a quantidade de brasileiros acompanhados nos serviços de saúde da Atenção Primária – área que cuida dos problemas mais frequentes dos brasileiros, como diabetes e hipertensão através de consultas médicas, exames e vacinação.

Assim, a “Oficina Nacional de apoio à implantação do Previne Brasil: novo financiamento da Atenção Primária” pretende esclarecer dúvidas sobre a transição para o novo formato, considerando as responsabilidades de cada um dos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS): município, estado e União. Além de capacitar os gestores, a oficina é uma oportunidade para trocar experiências para a construção conjunta de melhores soluções para organização da Atenção Primária durante o período de transição entre os modelos de financiamento. “Estamos em momento de instituir um modelo de atenção condizente com os propósitos do SUS, buscando dar efetividade aos princípios e atributos da Atenção Primária à Saúde. Com a contribuição de todos os secretários de saúde do país, vamos conseguir alcançar plenamente as potencialidades da Atenção Primária”, afirmou o secretário de Atenção Primária à Saúde (SAPS) do Ministério da Saúde, Erno Harzheim. O desenvolvimento e a organização de uma Atenção Primária forte e das redes de serviços de saúde são prioridade no Plano Nacional de Saúde. O novo modelo de financiamento da Atenção Primária tem como base três critérios: 1) o número de pessoas acompanhadas nos serviços de saúde, em especial as pessoas que participam de programas sociais, crianças e idosos; 2) a melhora das condições de saúde da população com prioridade no tratamento de doenças crônicas como diabetes e redução de mortes de crianças e mães; e 3) adesão a programas estratégicos, como Conecte SUS (informatização) e Saúde na Hora, que amplia o horário de atendimento à população.

Foto: Erasmo Salomão / ASCOM MS

 

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